O Circo

As Artes Circenses como Matriz

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Na Europa do Novo Circo o Chapitô revela-se cada vez mais como um parceiro de excelência, reconhecido e respeitado. A formação em artes circenses no Chapitô inscreve-se, desde as suas origens, numa corrente de modernidade que, sem renunciar à grande tradição do circo, integra cada vez mais o amplexo criativo das artes performativas emergentes.

O circo mais contemporâneo trabalha uma dimensão sistémica, mais centrado na força de uma narrativa, sustentado na inter-relação entre os números. Integra igualmente uma componente técnica e artística (assente na formação básica do circo clássico) mas assume inequivocamente o diálogo com outras artes (teatro, criação plástica, música) num conceito mais interdisciplinar e integrativo. O dramatúrgico e o temático dão unidade e sentido às linguagens plurais das várias técnicas, numa sintaxe de teatro físico e expressivo, convocando uma nova gramática no mundo do espectáculo.

O circo contemporâneo cumpre-se sempre em inovação e criatividade, reivindicando coreografia, dramaturgia, personagem, vivificadas integralmente pelo corpo do artista circense. As novas tecnologias e o aparato tecnológico integram-se harmoniosamente como facilitadores do acto criativo, sem fazer perder a autenticidade do artista. Tudo contribui para uma fluidez virtuosa, para uma dimensão humana reforçada pela sensibilidade física e sublinhada pela diversidade de interpretações dos artistas circenses.

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Uma arte inclusiva
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O Circo como arte total
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Circo e Público: binómio indissociável
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O Circo na era high-tech

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