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DESCRIPTION:A partir do conto de Boris Vian \n“As Formigas” estão de volta a Lisboa!\nApós a curta temporada anterior de enorme sucesso\, muitos pedidos foram feitos para que o espetáculo retornasse ao palco alfacinha da Costa do Castelo. E agora\, atendendo a esses pedidos\, a Companhia de Teatro do Chapitô traz de volta essa impactante peça. \nBoris Vian\, conhecido pela sua genialidade e criatividade\, é um autor francês que deixou um legado literário marcante.\nOs seus contos e romances são repletos de imaginação\, humor e crítica social. “As Formigas” é uma das suas obras mais admiradas\, trazendo uma reflexão profunda sobre o funcionamento da sociedade\, os horrores da guerra e a necessidade urgente de repudiá-la. \nAtravés de uma linguagem artística que combina gesto\, palavra\, música e uma “espécie de dança”\, a peça convida a refletir sobre os custos humanos\, sociais e emocionais da guerra\, destacando a importância de buscar soluções pacíficas para os conflitos. \n“AS FORMIGAS”\, a 40ª criação colectiva da Companhia do Chapitô ficará em cena numa curta temporada de 5 a 29 de Setembro de 2024 com algumas interrupções para digressões já agendadas previamente. \n“E se todos se recusassem a fazer a guerra?” \n“As Formigas” tece o retrato de soldados\, uns “pobres diabos” combatentes em plena zona de conflito\, onde\, numa narrativa irónica\, o cenário bélico coloca em cheque a sua humanidade. Como Gandhi proclamou com veemência\, “A guerra é o maior dos tormentos que afligem a humanidade; é a mãe de todas as misérias.”\nEnquanto\, no meio do caos e da loucura\, persistem na busca de uma normalidade frágil entre os embates brutais\, esses guerreiros testemunham a lama\, o frio cortante\, a fome crua\, a morte onipresente\, a devastação que tudo consome e o desespero que permeia o campo de batalha. São compelidos a questionar\, como sussurrado pelo absurdo marcial\, “o sentido de suas existências num mundo à mercê da irracionalidade guerreira.”\n“As Formigas” emerge como um brado de repúdio à guerra e à desumanização\, como um lembrete angustiante da fragilidade humana diante da brutalidade do campo de batalha.\n“As Formigas”\, em cena de 5 a 29 de Setembro no Chapitô\, de quinta a sábado às 21h00 e domingo às 17h00. \nFicha Artística e Técnica: \nCriação Colectiva da Companhia do Chapitô\nEncenação – José C. Garcia\nCoreografia – Maria Radich\nInterpretação – Jorge Cruz\, Pedro Diogo\, Pedro da Silva e Tiago Viegas\nAssistência de encenação – Leandro Araújo\nProgenitor Sonoro – Rui Rebelo\nDesenho de Luz – José C. Garcia e Francisco Ornelas\nDirecção de Produção – Tânia Melo Rodrigues\nDesigner Gráfico – Sílvio Rosado\nFigurinos – Glória Mendes\nAudiovisuais – Frank Saalfeld e Frederico Moreira\nComunicação – Cristina Carvalho \nApoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
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DESCRIPTION:A partir do conto de Boris Vian \n“As Formigas” estão de volta a Lisboa!\nApós a curta temporada anterior de enorme sucesso\, muitos pedidos foram feitos para que o espetáculo retornasse ao palco alfacinha da Costa do Castelo. E agora\, atendendo a esses pedidos\, a Companhia de Teatro do Chapitô traz de volta essa impactante peça. \nBoris Vian\, conhecido pela sua genialidade e criatividade\, é um autor francês que deixou um legado literário marcante.\nOs seus contos e romances são repletos de imaginação\, humor e crítica social. “As Formigas” é uma das suas obras mais admiradas\, trazendo uma reflexão profunda sobre o funcionamento da sociedade\, os horrores da guerra e a necessidade urgente de repudiá-la. \nAtravés de uma linguagem artística que combina gesto\, palavra\, música e uma “espécie de dança”\, a peça convida a refletir sobre os custos humanos\, sociais e emocionais da guerra\, destacando a importância de buscar soluções pacíficas para os conflitos. \n“AS FORMIGAS”\, a 40ª criação colectiva da Companhia do Chapitô ficará em cena numa curta temporada de 5 a 29 de Setembro de 2024 com algumas interrupções para digressões já agendadas previamente. \n“E se todos se recusassem a fazer a guerra?” \n“As Formigas” tece o retrato de soldados\, uns “pobres diabos” combatentes em plena zona de conflito\, onde\, numa narrativa irónica\, o cenário bélico coloca em cheque a sua humanidade. Como Gandhi proclamou com veemência\, “A guerra é o maior dos tormentos que afligem a humanidade; é a mãe de todas as misérias.”\nEnquanto\, no meio do caos e da loucura\, persistem na busca de uma normalidade frágil entre os embates brutais\, esses guerreiros testemunham a lama\, o frio cortante\, a fome crua\, a morte onipresente\, a devastação que tudo consome e o desespero que permeia o campo de batalha. São compelidos a questionar\, como sussurrado pelo absurdo marcial\, “o sentido de suas existências num mundo à mercê da irracionalidade guerreira.”\n“As Formigas” emerge como um brado de repúdio à guerra e à desumanização\, como um lembrete angustiante da fragilidade humana diante da brutalidade do campo de batalha.\n“As Formigas”\, em cena de 5 a 29 de Setembro no Chapitô\, de quinta a sábado às 21h00 e domingo às 17h00. \nFicha Artística e Técnica: \nCriação Colectiva da Companhia do Chapitô\nEncenação – José C. Garcia\nCoreografia – Maria Radich\nInterpretação – Jorge Cruz\, Pedro Diogo\, Pedro da Silva e Tiago Viegas\nAssistência de encenação – Leandro Araújo\nProgenitor Sonoro – Rui Rebelo\nDesenho de Luz – José C. Garcia e Francisco Ornelas\nDirecção de Produção – Tânia Melo Rodrigues\nDesigner Gráfico – Sílvio Rosado\nFigurinos – Glória Mendes\nAudiovisuais – Frank Saalfeld e Frederico Moreira\nComunicação – Cristina Carvalho \nApoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
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DESCRIPTION:A partir do conto de Boris Vian \n“As Formigas” estão de volta a Lisboa!\nApós a curta temporada anterior de enorme sucesso\, muitos pedidos foram feitos para que o espetáculo retornasse ao palco alfacinha da Costa do Castelo. E agora\, atendendo a esses pedidos\, a Companhia de Teatro do Chapitô traz de volta essa impactante peça. \nBoris Vian\, conhecido pela sua genialidade e criatividade\, é um autor francês que deixou um legado literário marcante.\nOs seus contos e romances são repletos de imaginação\, humor e crítica social. “As Formigas” é uma das suas obras mais admiradas\, trazendo uma reflexão profunda sobre o funcionamento da sociedade\, os horrores da guerra e a necessidade urgente de repudiá-la. \nAtravés de uma linguagem artística que combina gesto\, palavra\, música e uma “espécie de dança”\, a peça convida a refletir sobre os custos humanos\, sociais e emocionais da guerra\, destacando a importância de buscar soluções pacíficas para os conflitos. \n“AS FORMIGAS”\, a 40ª criação colectiva da Companhia do Chapitô ficará em cena numa curta temporada de 5 a 29 de Setembro de 2024 com algumas interrupções para digressões já agendadas previamente. \n“E se todos se recusassem a fazer a guerra?” \n“As Formigas” tece o retrato de soldados\, uns “pobres diabos” combatentes em plena zona de conflito\, onde\, numa narrativa irónica\, o cenário bélico coloca em cheque a sua humanidade. Como Gandhi proclamou com veemência\, “A guerra é o maior dos tormentos que afligem a humanidade; é a mãe de todas as misérias.”\nEnquanto\, no meio do caos e da loucura\, persistem na busca de uma normalidade frágil entre os embates brutais\, esses guerreiros testemunham a lama\, o frio cortante\, a fome crua\, a morte onipresente\, a devastação que tudo consome e o desespero que permeia o campo de batalha. São compelidos a questionar\, como sussurrado pelo absurdo marcial\, “o sentido de suas existências num mundo à mercê da irracionalidade guerreira.”\n“As Formigas” emerge como um brado de repúdio à guerra e à desumanização\, como um lembrete angustiante da fragilidade humana diante da brutalidade do campo de batalha.\n“As Formigas”\, em cena de 5 a 29 de Setembro no Chapitô\, de quinta a sábado às 21h00 e domingo às 17h00. \nFicha Artística e Técnica: \nCriação Colectiva da Companhia do Chapitô\nEncenação – José C. Garcia\nCoreografia – Maria Radich\nInterpretação – Jorge Cruz\, Pedro Diogo\, Pedro da Silva e Tiago Viegas\nAssistência de encenação – Leandro Araújo\nProgenitor Sonoro – Rui Rebelo\nDesenho de Luz – José C. Garcia e Francisco Ornelas\nDirecção de Produção – Tânia Melo Rodrigues\nDesigner Gráfico – Sílvio Rosado\nFigurinos – Glória Mendes\nAudiovisuais – Frank Saalfeld e Frederico Moreira\nComunicação – Cristina Carvalho \nApoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
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DESCRIPTION:A partir do conto de Boris Vian \n“As Formigas” estão de volta a Lisboa! \nApós a curta temporada anterior de enorme sucesso\, muitos pedidos foram feitos para que o espetáculo retornasse ao palco alfacinha da Costa do Castelo. E agora\, atendendo a esses pedidos\, a Companhia de Teatro do Chapitô traz de volta essa impactante peça. \nBoris Vian\, conhecido pela sua genialidade e criatividade\, é um autor francês que deixou um legado literário marcante. \nOs seus contos e romances são repletos de imaginação\, humor e crítica social. “As Formigas” é uma das suas obras mais admiradas\, trazendo uma reflexão profunda sobre o funcionamento da sociedade\, os horrores da guerra e a necessidade urgente de repudiá-la. \nAtravés de uma linguagem artística que combina gesto\, palavra\, música e uma “espécie de dança”\, a peça convida a refletir sobre os custos humanos\, sociais e emocionais da guerra\, destacando a importância de buscar soluções pacíficas para os conflitos. \n“AS FORMIGAS”\, a 40ª criação colectiva da Companhia do Chapitô ficará em cena numa curta temporada de 5 a 29 de Setembro de 2024 com algumas interrupções para digressões já agendadas previamente. \n“E se todos se recusassem a fazer a guerra?” \n  \n“As Formigas” tece o retrato de soldados\, uns “pobres diabos” combatentes em plena zona de conflito\, onde\, numa narrativa irónica\, o cenário bélico coloca em cheque a sua humanidade. Como Gandhi proclamou com veemência\, “A guerra é o maior dos tormentos que afligem a humanidade; é a mãe de todas as misérias.” \nEnquanto\, no meio do caos e da loucura\, persistem na busca de uma normalidade frágil entre os embates brutais\, esses guerreiros testemunham a lama\, o frio cortante\, a fome crua\, a morte onipresente\, a devastação que tudo consome e o desespero que permeia o campo de batalha. São compelidos a questionar\, como sussurrado pelo absurdo marcial\, “o sentido de suas existências num mundo à mercê da irracionalidade guerreira.” \n“As Formigas” emerge como um brado de repúdio à guerra e à desumanização\, como um lembrete angustiante da fragilidade humana diante da brutalidade do campo de batalha. \n  \nFicha Artística e Técnica: \nCriação Colectiva da Companhia do Chapitô\nEncenação – José C. Garcia\nCoreografia – Maria Radich\nInterpretação – Jorge Cruz\, Pedro Diogo\, Pedro da Silva e Tiago Viegas\nAssistência de encenação – Leandro Araújo\nProgenitor Sonoro – Rui Rebelo\nDesenho de Luz – José C. Garcia e Francisco Ornelas\nDirecção de Produção – Tânia Melo Rodrigues\nDesigner Gráfico – Sílvio Rosado\nFigurinos – Glória Mendes\nAudiovisuais – Frank Saalfeld e Frederico Moreira\nComunicação – Cristina Carvalho \n  \nBilhetes – 12€\n– À venda em ticketline.pt. Reservas e Info ligue 18 20 (24h).
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DESCRIPTION:A partir do conto de Boris Vian \n“As Formigas” estão de volta a Lisboa! \nApós a curta temporada anterior de enorme sucesso\, muitos pedidos foram feitos para que o espetáculo retornasse ao palco alfacinha da Costa do Castelo. E agora\, atendendo a esses pedidos\, a Companhia de Teatro do Chapitô traz de volta essa impactante peça. \nBoris Vian\, conhecido pela sua genialidade e criatividade\, é um autor francês que deixou um legado literário marcante. \nOs seus contos e romances são repletos de imaginação\, humor e crítica social. “As Formigas” é uma das suas obras mais admiradas\, trazendo uma reflexão profunda sobre o funcionamento da sociedade\, os horrores da guerra e a necessidade urgente de repudiá-la. \nAtravés de uma linguagem artística que combina gesto\, palavra\, música e uma “espécie de dança”\, a peça convida a refletir sobre os custos humanos\, sociais e emocionais da guerra\, destacando a importância de buscar soluções pacíficas para os conflitos. \n“AS FORMIGAS”\, a 40ª criação colectiva da Companhia do Chapitô ficará em cena numa curta temporada de 5 a 29 de Setembro de 2024 com algumas interrupções para digressões já agendadas previamente. \n“E se todos se recusassem a fazer a guerra?” \n  \n“As Formigas” tece o retrato de soldados\, uns “pobres diabos” combatentes em plena zona de conflito\, onde\, numa narrativa irónica\, o cenário bélico coloca em cheque a sua humanidade. Como Gandhi proclamou com veemência\, “A guerra é o maior dos tormentos que afligem a humanidade; é a mãe de todas as misérias.” \nEnquanto\, no meio do caos e da loucura\, persistem na busca de uma normalidade frágil entre os embates brutais\, esses guerreiros testemunham a lama\, o frio cortante\, a fome crua\, a morte onipresente\, a devastação que tudo consome e o desespero que permeia o campo de batalha. São compelidos a questionar\, como sussurrado pelo absurdo marcial\, “o sentido de suas existências num mundo à mercê da irracionalidade guerreira.” \n“As Formigas” emerge como um brado de repúdio à guerra e à desumanização\, como um lembrete angustiante da fragilidade humana diante da brutalidade do campo de batalha. \n  \nFicha Artística e Técnica: \nCriação Colectiva da Companhia do Chapitô\nEncenação – José C. Garcia\nCoreografia – Maria Radich\nInterpretação – Jorge Cruz\, Pedro Diogo\, Pedro da Silva e Tiago Viegas\nAssistência de encenação – Leandro Araújo\nProgenitor Sonoro – Rui Rebelo\nDesenho de Luz – José C. Garcia e Francisco Ornelas\nDirecção de Produção – Tânia Melo Rodrigues\nDesigner Gráfico – Sílvio Rosado\nFigurinos – Glória Mendes\nAudiovisuais – Frank Saalfeld e Frederico Moreira\nComunicação – Cristina Carvalho \n  \nBilhetes – 12€\n– À venda em ticketline.pt. Reservas e Info ligue 18 20 (24h).
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DESCRIPTION:A partir do conto de Boris Vian \n“As Formigas” estão de volta a Lisboa!\nApós a curta temporada anterior de enorme sucesso\, muitos pedidos foram feitos para que o espetáculo retornasse ao palco alfacinha da Costa do Castelo. E agora\, atendendo a esses pedidos\, a Companhia de Teatro do Chapitô traz de volta essa impactante peça. \nBoris Vian\, conhecido pela sua genialidade e criatividade\, é um autor francês que deixou um legado literário marcante.\nOs seus contos e romances são repletos de imaginação\, humor e crítica social. “As Formigas” é uma das suas obras mais admiradas\, trazendo uma reflexão profunda sobre o funcionamento da sociedade\, os horrores da guerra e a necessidade urgente de repudiá-la. \nAtravés de uma linguagem artística que combina gesto\, palavra\, música e uma “espécie de dança”\, a peça convida a refletir sobre os custos humanos\, sociais e emocionais da guerra\, destacando a importância de buscar soluções pacíficas para os conflitos. \n“AS FORMIGAS”\, a 40ª criação colectiva da Companhia do Chapitô ficará em cena numa curta temporada de 5 a 29 de Setembro de 2024 com algumas interrupções para digressões já agendadas previamente. \n“E se todos se recusassem a fazer a guerra?” \n“As Formigas” tece o retrato de soldados\, uns “pobres diabos” combatentes em plena zona de conflito\, onde\, numa narrativa irónica\, o cenário bélico coloca em cheque a sua humanidade. Como Gandhi proclamou com veemência\, “A guerra é o maior dos tormentos que afligem a humanidade; é a mãe de todas as misérias.”\nEnquanto\, no meio do caos e da loucura\, persistem na busca de uma normalidade frágil entre os embates brutais\, esses guerreiros testemunham a lama\, o frio cortante\, a fome crua\, a morte onipresente\, a devastação que tudo consome e o desespero que permeia o campo de batalha. São compelidos a questionar\, como sussurrado pelo absurdo marcial\, “o sentido de suas existências num mundo à mercê da irracionalidade guerreira.”\n“As Formigas” emerge como um brado de repúdio à guerra e à desumanização\, como um lembrete angustiante da fragilidade humana diante da brutalidade do campo de batalha.\n“As Formigas”\, em cena de 5 a 29 de Setembro no Chapitô\, de quinta a sábado às 21h00 e domingo às 17h00. \nFicha Artística e Técnica: \nCriação Colectiva da Companhia do Chapitô\nEncenação – José C. Garcia\nCoreografia – Maria Radich\nInterpretação – Jorge Cruz\, Pedro Diogo\, Pedro da Silva e Tiago Viegas\nAssistência de encenação – Leandro Araújo\nProgenitor Sonoro – Rui Rebelo\nDesenho de Luz – José C. Garcia e Francisco Ornelas\nDirecção de Produção – Tânia Melo Rodrigues\nDesigner Gráfico – Sílvio Rosado\nFigurinos – Glória Mendes\nAudiovisuais – Frank Saalfeld e Frederico Moreira\nComunicação – Cristina Carvalho \nApoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
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SUMMARY:Júlio César
DESCRIPTION:A Companhia do Chapitô apresenta “JÚLIO CÉSAR”\, criação teatral a partir de eventos da vida desta figura histórica\, eternizada pelos grandes contadores de histórias\, desde Plutarco a Shakespeare. A 39ª criação colectiva do seu repertório continua a explorar a comédia como linguagem para reinventar a história. \nJúlio César foi um general Romano e um homem de estado. Membro do primeiro Triunvirato\, liderou os exércitos Romanos na conquista da Gália\, antes de derrotar o seu rival político Pompeu em contexto de guerra civil. Autoproclama-se depois Ditador Perpétuo de Roma\, cargo que não ocupou por muito tempo\, assassinado por um grupo de senadores que o consideram uma ameaça à República. \nInspirados no imaginário popular das representações de Roma e da figura notável que foi Júlio César\, explorando inconsistências históricas e tomando liberdades no tratamento de factos documentados – com o des-rigor que já caracteriza a Companhia do Chapitô – eis a desconsagração de outro monstro histórico\, Júlio César. \nSe era ele um tirano que merecia morrer ou um herói brutalmente assassinado por conspiradores\, venha o Diabo e escolha. Aqui não há heróis nem vilões\, há circunstâncias e gente ardilosa que faz pela vida. Também há gente menos ardilosa que faz o que lhes mandam. E gente virtuosa que faz o que tem de ser feito. \nArrasamos todos por igual. \nEntre a reconstituição histórica\, o documentário e a paródia\, sai mais uma criação original da Companhia do Chapitô. \n  \nFicha Artística e Técnica:\nCriação Colectiva da Companhia do Chapitô\nEncenação – José C. Garcia e Cláudia Nóvoa\nInterpretação – Jorge Cruz\, Pedro Diogo e Susana Nunes\nDirecção de Produção – Tânia Melo Rodrigues\nDesenho de Luz: Bruno Boaro e José C. Garcia\nDesigner Gráfico – Sílvio Rosado\nAudiovisuais – Frank Saalfeld\nComunicação – Cristina Carvalho
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DESCRIPTION:A partir do conto de Boris Vian \n“As Formigas” estão de volta a Lisboa!\nApós a curta temporada anterior de enorme sucesso\, muitos pedidos foram feitos para que o espetáculo retornasse ao palco alfacinha da Costa do Castelo. E agora\, atendendo a esses pedidos\, a Companhia de Teatro do Chapitô traz de volta essa impactante peça. \nBoris Vian\, conhecido pela sua genialidade e criatividade\, é um autor francês que deixou um legado literário marcante.\nOs seus contos e romances são repletos de imaginação\, humor e crítica social. “As Formigas” é uma das suas obras mais admiradas\, trazendo uma reflexão profunda sobre o funcionamento da sociedade\, os horrores da guerra e a necessidade urgente de repudiá-la. \nAtravés de uma linguagem artística que combina gesto\, palavra\, música e uma “espécie de dança”\, a peça convida a refletir sobre os custos humanos\, sociais e emocionais da guerra\, destacando a importância de buscar soluções pacíficas para os conflitos. \n“AS FORMIGAS”\, a 40ª criação colectiva da Companhia do Chapitô ficará em cena numa curta temporada de 5 a 29 de Setembro de 2024 com algumas interrupções para digressões já agendadas previamente. \n“E se todos se recusassem a fazer a guerra?” \n“As Formigas” tece o retrato de soldados\, uns “pobres diabos” combatentes em plena zona de conflito\, onde\, numa narrativa irónica\, o cenário bélico coloca em cheque a sua humanidade. Como Gandhi proclamou com veemência\, “A guerra é o maior dos tormentos que afligem a humanidade; é a mãe de todas as misérias.”\nEnquanto\, no meio do caos e da loucura\, persistem na busca de uma normalidade frágil entre os embates brutais\, esses guerreiros testemunham a lama\, o frio cortante\, a fome crua\, a morte onipresente\, a devastação que tudo consome e o desespero que permeia o campo de batalha. São compelidos a questionar\, como sussurrado pelo absurdo marcial\, “o sentido de suas existências num mundo à mercê da irracionalidade guerreira.”\n“As Formigas” emerge como um brado de repúdio à guerra e à desumanização\, como um lembrete angustiante da fragilidade humana diante da brutalidade do campo de batalha.\n“As Formigas”\, em cena de 5 a 29 de Setembro no Chapitô\, de quinta a sábado às 21h00 e domingo às 17h00. \nFicha Artística e Técnica: \nCriação Colectiva da Companhia do Chapitô\nEncenação – José C. Garcia\nCoreografia – Maria Radich\nInterpretação – Jorge Cruz\, Pedro Diogo\, Pedro da Silva e Tiago Viegas\nAssistência de encenação – Leandro Araújo\nProgenitor Sonoro – Rui Rebelo\nDesenho de Luz – José C. Garcia e Francisco Ornelas\nDirecção de Produção – Tânia Melo Rodrigues\nDesigner Gráfico – Sílvio Rosado\nFigurinos – Glória Mendes\nAudiovisuais – Frank Saalfeld e Frederico Moreira\nComunicação – Cristina Carvalho \nApoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
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DESCRIPTION:A partir do conto de Boris Vian \n“As Formigas” estão de volta a Lisboa! \nApós a curta temporada anterior de enorme sucesso\, muitos pedidos foram feitos para que o espetáculo retornasse ao palco alfacinha da Costa do Castelo. E agora\, atendendo a esses pedidos\, a Companhia de Teatro do Chapitô traz de volta essa impactante peça. \nBoris Vian\, conhecido pela sua genialidade e criatividade\, é um autor francês que deixou um legado literário marcante. \nOs seus contos e romances são repletos de imaginação\, humor e crítica social. “As Formigas” é uma das suas obras mais admiradas\, trazendo uma reflexão profunda sobre o funcionamento da sociedade\, os horrores da guerra e a necessidade urgente de repudiá-la. \nAtravés de uma linguagem artística que combina gesto\, palavra\, música e uma “espécie de dança”\, a peça convida a refletir sobre os custos humanos\, sociais e emocionais da guerra\, destacando a importância de buscar soluções pacíficas para os conflitos. \n“AS FORMIGAS”\, a 40ª criação colectiva da Companhia do Chapitô ficará em cena numa curta temporada de 5 a 29 de Setembro de 2024 com algumas interrupções para digressões já agendadas previamente. \n“E se todos se recusassem a fazer a guerra?” \n  \n“As Formigas” tece o retrato de soldados\, uns “pobres diabos” combatentes em plena zona de conflito\, onde\, numa narrativa irónica\, o cenário bélico coloca em cheque a sua humanidade. Como Gandhi proclamou com veemência\, “A guerra é o maior dos tormentos que afligem a humanidade; é a mãe de todas as misérias.” \nEnquanto\, no meio do caos e da loucura\, persistem na busca de uma normalidade frágil entre os embates brutais\, esses guerreiros testemunham a lama\, o frio cortante\, a fome crua\, a morte onipresente\, a devastação que tudo consome e o desespero que permeia o campo de batalha. São compelidos a questionar\, como sussurrado pelo absurdo marcial\, “o sentido de suas existências num mundo à mercê da irracionalidade guerreira.” \n“As Formigas” emerge como um brado de repúdio à guerra e à desumanização\, como um lembrete angustiante da fragilidade humana diante da brutalidade do campo de batalha. \n  \nFicha Artística e Técnica: \nCriação Colectiva da Companhia do Chapitô\nEncenação – José C. Garcia\nCoreografia – Maria Radich\nInterpretação – Jorge Cruz\, Pedro Diogo\, Pedro da Silva e Tiago Viegas\nAssistência de encenação – Leandro Araújo\nProgenitor Sonoro – Rui Rebelo\nDesenho de Luz – José C. Garcia e Francisco Ornelas\nDirecção de Produção – Tânia Melo Rodrigues\nDesigner Gráfico – Sílvio Rosado\nFigurinos – Glória Mendes\nAudiovisuais – Frank Saalfeld e Frederico Moreira\nComunicação – Cristina Carvalho \n  \nBilhetes – 12€\n– À venda em ticketline.pt. Reservas e Info ligue 18 20 (24h).
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DESCRIPTION:A partir do conto de Boris Vian \n“As Formigas” estão de volta a Lisboa! \nApós a curta temporada anterior de enorme sucesso\, muitos pedidos foram feitos para que o espetáculo retornasse ao palco alfacinha da Costa do Castelo. E agora\, atendendo a esses pedidos\, a Companhia de Teatro do Chapitô traz de volta essa impactante peça. \nBoris Vian\, conhecido pela sua genialidade e criatividade\, é um autor francês que deixou um legado literário marcante. \nOs seus contos e romances são repletos de imaginação\, humor e crítica social. “As Formigas” é uma das suas obras mais admiradas\, trazendo uma reflexão profunda sobre o funcionamento da sociedade\, os horrores da guerra e a necessidade urgente de repudiá-la. \nAtravés de uma linguagem artística que combina gesto\, palavra\, música e uma “espécie de dança”\, a peça convida a refletir sobre os custos humanos\, sociais e emocionais da guerra\, destacando a importância de buscar soluções pacíficas para os conflitos. \n“AS FORMIGAS”\, a 40ª criação colectiva da Companhia do Chapitô ficará em cena numa curta temporada de 5 a 29 de Setembro de 2024 com algumas interrupções para digressões já agendadas previamente. \n“E se todos se recusassem a fazer a guerra?” \n  \n“As Formigas” tece o retrato de soldados\, uns “pobres diabos” combatentes em plena zona de conflito\, onde\, numa narrativa irónica\, o cenário bélico coloca em cheque a sua humanidade. Como Gandhi proclamou com veemência\, “A guerra é o maior dos tormentos que afligem a humanidade; é a mãe de todas as misérias.” \nEnquanto\, no meio do caos e da loucura\, persistem na busca de uma normalidade frágil entre os embates brutais\, esses guerreiros testemunham a lama\, o frio cortante\, a fome crua\, a morte onipresente\, a devastação que tudo consome e o desespero que permeia o campo de batalha. São compelidos a questionar\, como sussurrado pelo absurdo marcial\, “o sentido de suas existências num mundo à mercê da irracionalidade guerreira.” \n“As Formigas” emerge como um brado de repúdio à guerra e à desumanização\, como um lembrete angustiante da fragilidade humana diante da brutalidade do campo de batalha. \n  \nFicha Artística e Técnica: \nCriação Colectiva da Companhia do Chapitô\nEncenação – José C. Garcia\nCoreografia – Maria Radich\nInterpretação – Jorge Cruz\, Pedro Diogo\, Pedro da Silva e Tiago Viegas\nAssistência de encenação – Leandro Araújo\nProgenitor Sonoro – Rui Rebelo\nDesenho de Luz – José C. Garcia e Francisco Ornelas\nDirecção de Produção – Tânia Melo Rodrigues\nDesigner Gráfico – Sílvio Rosado\nFigurinos – Glória Mendes\nAudiovisuais – Frank Saalfeld e Frederico Moreira\nComunicação – Cristina Carvalho \n  \nBilhetes – 12€\n– À venda em ticketline.pt. Reservas e Info ligue 18 20 (24h).
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LOCATION:Chapitô\, Costa do castelo\, -Lisboa\, Portugal
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